Psoríase

by Renata Franco

A psoríase é uma doença crônica, relativamente comum, que se manifesta principalmente na pele, embora também possa acometer todo o organismo. É cíclica, ou seja, apresenta sintomas que desaparecem e reaparecem, e de causa multifatorial, com influencias genéticas, do sistema imunológico e do próprio meio ambiente.

Como a Psoríase se desenvolve

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Acredita-se que ela se desenvolve quando os linfócitos T (células responsáveis pela defesa do organismo) liberam substâncias inflamatórias e formadoras de vasos. Iniciam-se, então, respostas imunológicas que incluem a dilatação dos vasos sanguíneos da pele e a infiltração da pele com células de defesa, chamadas neutrófilos. Como as células da pele estão sendo atacadas, sua produção também aumenta, levando a uma rapidez do seu ciclo evolutivo, com consequente grande produção de escamas devido à imaturidade das células. Esse ciclo faz com que as células mortas não consigam ser eliminadas eficientemente, formando manchas espessas e escamosas na pele. Normalmente, essa cadeia só é quebrada com tratamento. É importante ressaltar: a doença não é contagiosa e o contato com pacientes não precisa ser evitado.

A doença é associada classicamente à artrite psoriásica, doença de Crohn, distúrbios psicológicos e uveíte, e nos últimos anos, foi demonstrada a associação com a síndrome metabólica e seus componentes isolados. Portanto, a psoríase é hoje considerada um fator independente de risco cardiovascular.

Estudos demonstram que o tratamento adequado da psoríase podem diminuir a incidência de tais comorbidades.

Os sintomas variam de paciente para paciente, conforme o tipo da doença, mas podem incluir manchas vermelhas ou brancas, escamas secas esbranquiçadas e prateadas, ressecamento da pele, coceira, queimação, dor, espessamento e alterações das unhas e inchaço e rigidez nas articulações. O dermatologista poderá identificar a doença, classificar e identificar a melhor opção terapêutica para cada caso.

Sabe-se ainda que alguns fatores podem piorar a evolução clinica da doença, como o estresse, obesidade, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo e o sedentarismo. Portanto, a mudança do estilo de vida, incluindo uma alimentação balanceada e a pratica de atividade de física, é essencial para o melhor controle da psoríase.

Cada tipo e gravidade de psoríase pode responder melhor a um tipo diferente de tratamento (ou a uma combinação de terapias). O que funciona bem para um paciente não necessariamente funcionara para o outro. Dessa forma, o tratamento é sempre individualizado.

Dra. Manuela Panteliades, médica dermatologista, membro do corpo clínico do Hospital Mater Dei e do Hospital das Clínicas da UFMG.
IG: @manuelapanteliades

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